"a educação ambiental assume cada vez mais a função política e transformadora, na qual a participação e a co-responsabilização dos indivíduos tornam-se alvos centrais para fomentar um novo tipo de racionalidade e um novo modelo de desenvolvimento" ANGÉLICA GÓIS MORALES

Professora Karyne Ap. Mioduski Rodrigues - karynepg@gmail.com





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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Normas da ABNT para trabalho da Mostra Científica e Cultural 2019





Alunos
(nomes completos)








TÍTULO DO TRABALHO
(maiúsculo e em negrito – letra Arial)












PONTA GROSSA – PR
ano


---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Alunos
(nomes e nº chamada)









Título



Projeto apresentado
à banca examinadora 
para obtenção de nota 
parcial referente ao
 3° bimestre do __°
 ano_____
Professor(a) Orientador(a): 
(nome completo)






PONTA GROSSA – PR
ano



______________________________________________________________________




SUMÁRIO


1-    INTRODUÇÃO.............................................................................
01
2-    OBJETIVOS GERAIS...................................................................
01
2.1- OBJETIVOS ESPECÍFICOS...........................................................
01
3-    JUSTIFICATIVA..........................................................................
02
4-    METODOLOGIA............................................................................
03
5-    REFERENCIAL TEÓRICO...........................................................
03
6-    CONCLUSÕES.............................................................................
08
REFERÊNCIAS......................................................................................
08
                        (confira as páginas se estão corretas em relação ao texto)







________________________________________________________________________________



1- INTRODUÇÃO
(uma breve apresentação do tema do trabalho e uma pequena descrição do objetivo da mostra cientifica e cultural do colégio +- 10 linhas. Inicie dizendo qual é o seu objeto de estudo, o seu tema. O tema já deve trazer, em sua descrição, o problema.)

2- OBJETIVOS GERAIS
(iniciar com as palavras: descrever, apresentar, identificar. O objetivo real do trabalho de vocês. No máximo 3 linhas esse objetivo)

2.1- OBJETIVOS ESPECÍFICOS
(iniciar com as palavras: descrever, apresentar, identificar. O objetivo mais específicos do trabalho de vocês. No máximo 3  objetivos menores.)


3- JUSTIFICATIVA
(aproximadamente 5 linhas descrever o tema que escolheram para apresentar na amostra, o que gostariam de relatar/revelar sobre o título escolhido pela sua equipe). Como a Justificativa nada mais é que “convencer o outro”, é importante o pesquisador colocar-se na posição de alguém alheio à pesquisa para analisar os motivos pelos quais seria levado a ler tal estudo.



4- METODOLOGIA
(Descrever brevemente como vão apresentar e que materiais utilizaram durante apresentação do trabalho no dia da mostra. (COMO FAZER? COM QUÊ? QUANDO? O QUE? COM QUEM? ONDE? MATERIAL.))


5- REFERENCIAL TEÓRICO
(organizar toda pesquisa nesse tópico, resumos, informações adquiridas pelas pesquisas realizadas. Esse tópico tem que se apresentar bem consistente, nada de cópias, deverão utilizar citações (diretas e/ou indiretas) das pesquisas realizadas.)




 6- CONCLUSÃO
(apresentar as principais opiniões da equipe sobre o trabalho realizado na mostra, a importância do tema abordado pela equipe, não utilizar 1º pessoa no texto e iniciar como as palavras: conclui-se, verificou-se, compreende-se e outras)



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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
(indicar todos os sites, livros e revistas utilizados durante a pesquisa – DICA DE SITE PARA FAZER REFERENCIAS https://www.normaseregras.com/normas-abnt/referencias/)
Exemplos ao final do trabalho deverá deletar esses exemplos
  • Livros em geral:
SOBRENOME DO AUTOR, Nome ou iniciais do autor. Título do livro: subtítulo (se existir). Edição. Local: Editora, ano.
Exemplo:
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 22ª edição. São Paulo: Ed. Cortez, 2005.
  • Jornais e Revistas:
TÍTULO DO JORNAL OU DA REVISTA. Local: Editora, nº da edição, data de publicação.
Exemplo:
REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. Rio de Janeiro: IBGE, 23ª edição, 2005
  • Artigo de Revista
SOBRENOME DO AUTOR DO ARTIGO, Nome ou iniciais. Título do artigo e páginas.
  • Dicionários:
SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo (se existir). Local: Editora, data. Número de páginas ou volume (opcional)
Exemplo:
FERREIRA, Aurélio B. de Hollanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 2. Ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. 1838 p.
  • Documentos eletrônicos com autor
SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo (se houver). Local: Editora, Ano. Disponível em: Acesso em: dia, mês e ano.


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Ao final deverá ser deletada essas informações.
FORMATAÇÃO DO PROJETO


Os textos devem ser apresentados em papel branco, formato A4, digitados no anverso das folhas ( frente do papel), impressos em cor preta, podendo utilizar outras cores somente para as ilustrações.
O projeto gráfico é de responsabilidade do autor da pesquisa.
A fonte recomendada para a digitação é tamanho 12 para todo o texto, sendo que as citações com mais de três linhas devem ser digitado com tamanho menor e uniforme, além de  ter o recuo de 4cm da margem esquerda.
Todo o texto deve ser digitado com o espaço entrelinhas de 1,5.
Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede ou os sucede por dois espaços 1,5 (dois ENTER total = 3cm)
Os títulos sem indicativo numérico ( sumário, referencias, apêndices e anexos) devem ser centralizados.
As citações devem ser de acordo com as normas da ABNT


terça-feira, 17 de maio de 2011

Dicas de sites

http://www.canalkids.com.br/cultura/ciencias/astronomia/lua.htm

Dicas de sites

http://www.astronomia2009.org.br/images/recursos/textos/o_papel_da_astronomia.pdf

http://www.astronomia2009.org.br/images/recursos/textos/galileu.pdf

sábado, 27 de março de 2010

Hora do planeta


Hoje 27 de março, das 20h30 às 21h30, milhares de casas em todo o mundo ficarão às escuras - voluntariamente - por 60 minutos. O movimento Hora do Planeta, promovido pelo WWF - Worldwide Fund for Nature -, ONG ambientalista de relevância mundial, convida governos, empresas e civis a protestarem contra os efeitos das mudanças climáticas na Terra. Para ajudar a campanha basta apagar as luzes da sua casa durante uma hora.
O Brasil participa pela segunda vez do ato simbólico e, este ano, a cidade do Rio de Janeiro foi eleita a sede do movimento.
"A Hora do Planeta é um gesto de engajamento, no qual cada um deve fazer a sua parte para um futuro melhor. Será uma demonstração da nossa paixão pelas pessoas, pela solução, pela conservação do planeta e, principalmente, pela vida", afirma o presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil, Álvaro de Souza.

domingo, 6 de setembro de 2009

Pré-Sal do Brasil

A chamada camada pré-sal é uma faixa de 800 quilômetros de extensão por 200 quilômetros de largura que vai do litoral de Santa Catarina ao do Espírito Santo situada a 7 mil metros abaixo da superfície do mar. O petróleo encontrado nesta área, que engloba três bacias sedimentares (Santos, Campos e Espírito Santo), é de qualidade superior àquele comumente extraído da camada pós-sal, que fica acima da extensa camada de sal de 2 mil metros de espessura que dá nome às duas camadas.A Petrobras não descarta a hipótese de que toda a camada pré-sal seja interligada, e suas reservas sejam, como os técnicos chamam, unitizadas, formando assim um imenso campo único de petróleo submerso.Se as reservas do pré-sal de fato estiverem interligadas, o governo estuda a criação de um novo marco regulatório que estabeleça cotas de extração para evitar que o petróleo seja “sugado” de áreas não licitadas. As nove áreas de pré-sal já leiloadas na Bacia de Santos também seriam afetadas pela medida. Oito pertencentes à Petrobras e sócios privados e uma à ExxonMobil.
Sócios privados
A Petrobras não perfura os poços sozinha. Das 48 áreas (entre pós-sal e pré-sal) exploradas na Bacia de Santos, por exemplo, só dez são exploradas com exclusividade pela empresa. A descoberta do campo de Tupi, por exemplo, única área do pré-sal cujas reservas foram dimensionadas por meio de testes de produção até o momento, foi feita por um consórcio que inclui a britânica BG (que vai ficar com 25% do que o campo produzir), a portuguesa Galp Energia (que ficará com 10%) e a Petrobras (que terá direito a 65%). O mesmo acontecendo com os outros campos, com percentuais e empresas diferentes.Além do Tupi, que só deve atingir seu pico de produção a partir de 2017, já foram descobertos no pré-sal da Bacia de Santos os campos: Iara, Carioca, Júpiter, Caramba, Bem-Te-Vi, Parati, Guará e Ogum.
Mamute”
Apesar da histeria atual em torno do pré-sal, a discussão sobre sua potencialidade não é nova. Desde meados dos anos de 1970, os geólogos da Petrobras apostavam na existência de um “mamute” de petróleo na camada – forma como são chamados os campos gigantes pelos especialistas –, mas não dispunham de tecnologia adequada para sua prospecção. No final da década, em 1979, a empresa conseguiu perfurar poços que alcançaram o pré-sal na bacia de Campos, mas as descobertas confirmadas não foram significativas.As expectativas de se encontrar uma considerável quantidade de petróleo após a camada de sal ressurgiram com mais força em 2005, com o anúncio da descoberta do megacampo de Tupi, uma reserva estimada pela Petrobras de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo.
Números
No momento, há uma enorme especulação sobre quantos barris de petróleo pode conter o pré-sal. Uma estimativa não-ufanista feita pelo Credit Suisse, fala em algo entre 30 e 50 bilhões de barris – o que já aumentaria em cerca de quatro vezes as reservas provadas brasileiras, que contavam com 12,1 bilhões de barris em janeiro deste ano.Mas os números podem ser ainda maiores. Alguns acreditam que o pré-sal poderia esconder no mínimo 100 bilhões de barris – o que colocaria o Brasil em 6º lugar entre as maiores reservas de petróleo do mundo. Já outros, como um ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo, Newton Monteiro, chegam a afirmar que o pré-sal pode guardar 338 bilhões de barris, o que faria do Brasil o maior detentor de reservas provadas do mundo, superando de longe a Arábia Saudita – hoje com 264 bilhões de barris.Para efeito comparativo, se o preço por barril de petróleo cair para US$ 100 dólares, os 338 bilhões de barris dariam uma renda em potencial de US$ 33,8 trilhões de dólares. Quase três vezes o PIB dos Estados Unidos ou 19 vezes o PIB brasileiro.
Por Marcelo Netto Rodrigues da Redaçãohttp://www.brasildefato.com.br/