"a educação ambiental assume cada vez mais a função política e transformadora, na qual a participação e a co-responsabilização dos indivíduos tornam-se alvos centrais para fomentar um novo tipo de racionalidade e um novo modelo de desenvolvimento" ANGÉLICA GÓIS MORALES
Professora Karyne Ap. Mioduski Rodrigues - karynepg@gmail.com
Professora Karyne Ap. Mioduski Rodrigues - karynepg@gmail.com
terça-feira, 17 de maio de 2011
Dicas de sites
http://www.astronomia2009.org.br/images/recursos/textos/o_papel_da_astronomia.pdf
http://www.astronomia2009.org.br/images/recursos/textos/galileu.pdf
http://www.astronomia2009.org.br/images/recursos/textos/galileu.pdf
sexta-feira, 22 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Leitura política
Democracias de mentirinha
Levantamento estima que 41 países fazem eleições, mas são ditaduras
por Fábio Marton
Oficialmente, só duas nações do mundo admitem que não são democráticas. Uma delas é a Arábia Saudita, que é uma monarquia absolutista, e a outra é Mianmar, governada por uma ditadura assumida. Todos os demais países dizem que seus cidadãos são livres para se expressar, e isso inclui a China, a Síria, o Irã, o Paquistão... e o Zimbábue. O caso deste país africano é exemplar. Em março, Robert Mugabe, que controla o governo desde 1980, perdeu o primeiro turno das eleições locais para Morgan Tsvangirai. Mas, por meio de intimidação, Mugabe fez com que Tsvangirai desistisse de disputar o segundo turno. Em junho, Mugabe foi reeleito com 85,5% dos votos.
Por causa de exemplos como esse, não é recomendável levar em conta a opinião dos países a respeito de si mesmos. Mas existem entidades que fazem levantamentos independentes sobre o assunto. Uma das mais respeitadas é a ONG Freedom House, fundada em 1941 por Eleanor Roosevelt (1884-1962), esposa do presidente americano Franklin Roosevelt (1882-1945). No mais recente relatório do grupo, deste ano, 43 países são considerados “não-livres” (sendo que 41 deles fazem eleições, e Mianmar promete as suas para 2010), 60 são “parcialmente livres” e 90, “livres”. O Brasil era parcialmente livre desde a anistia política de 1979, e só se tornou livre em 2002, quando as eleições presidenciais provaram que temos alternância de poder.
De toda forma, não deixa de surpreender que as ditaduras se digam democráticas. Esse é um sinal de que os regimes abertos estão na moda, e isso é novidade. Aristóteles (384-322 a.C.) a definia como uma forma degenerada de república. No século 20, os fascistas diziam que ela era um jeito de as pessoas medíocres oprimirem o “grande homem”. E os marxistas tratavam o regime democrático como armação burguesa. Agora, como diz Marco Antônio Villa, historiador da Universidade Federal de São Carlos, “ao menos como idéia, a democracia é vitoriosa”.
Cale-se!
Os endereços da mordaça
O mapa-múndi da liberdade e a situação de alguns países onde ela não existe
Cuba
Com a transmissão do comando de Fidel para seu irmão Raúl Castro, o único país considerado não-livre da América Latina avançou em direção à democracia. Mas o país ainda não permite a realização de greves, o funcionamento de sindicatos autônomos e as mudanças de endereço dos cidadãos.
Irã
O país tem um intrincado sistema político que mistura lei islâmica e eleições multipartidárias, em que o cargo maior não é o de presidente, mas de “líder supremo”, que não é escolhido pelo voto popular, e sim por um grupo de clérigos eleitos. Na prática, o sistema torna quase impossível a vida política da oposição.
Autoridade Nacional Palestina
A entidade, que é o embrião de um futuro Estado palestino, realizou eleições em 2004. O presidente escolhido foi Mahmoud Abbas, do grupo Fatah. Em 2006, o Hamas ficou com 74 dos 132 cargos legislativos, o que deu início a uma pequena guerra civil.
Rússia
Desde 1999, quando Vladimir Putin assumiu o poder, o país anda para trás em matéria de liberdade. Em 2008, a Rússia recebeu sua pior classificação desde 1989, quando ainda estava no regime soviético. Em maio, Putin elegeu seu sucessor e se transformou em primeiro-ministro.
China
A chamada “democracia com características chinesas” é um regime de partido único que não permite imprensa livre, censura a internet, proíbe manifestações e prende adversários. De quebra, a onda de bonança econômica significou uma grande chance de corrupção para a burocracia local.
(revista Aventuras na História em 10/04/2011)
http://historia.abril.com.br/politica/conteudo_600976.shtml
Levantamento estima que 41 países fazem eleições, mas são ditaduras
por Fábio Marton
Oficialmente, só duas nações do mundo admitem que não são democráticas. Uma delas é a Arábia Saudita, que é uma monarquia absolutista, e a outra é Mianmar, governada por uma ditadura assumida. Todos os demais países dizem que seus cidadãos são livres para se expressar, e isso inclui a China, a Síria, o Irã, o Paquistão... e o Zimbábue. O caso deste país africano é exemplar. Em março, Robert Mugabe, que controla o governo desde 1980, perdeu o primeiro turno das eleições locais para Morgan Tsvangirai. Mas, por meio de intimidação, Mugabe fez com que Tsvangirai desistisse de disputar o segundo turno. Em junho, Mugabe foi reeleito com 85,5% dos votos.
Por causa de exemplos como esse, não é recomendável levar em conta a opinião dos países a respeito de si mesmos. Mas existem entidades que fazem levantamentos independentes sobre o assunto. Uma das mais respeitadas é a ONG Freedom House, fundada em 1941 por Eleanor Roosevelt (1884-1962), esposa do presidente americano Franklin Roosevelt (1882-1945). No mais recente relatório do grupo, deste ano, 43 países são considerados “não-livres” (sendo que 41 deles fazem eleições, e Mianmar promete as suas para 2010), 60 são “parcialmente livres” e 90, “livres”. O Brasil era parcialmente livre desde a anistia política de 1979, e só se tornou livre em 2002, quando as eleições presidenciais provaram que temos alternância de poder.
De toda forma, não deixa de surpreender que as ditaduras se digam democráticas. Esse é um sinal de que os regimes abertos estão na moda, e isso é novidade. Aristóteles (384-322 a.C.) a definia como uma forma degenerada de república. No século 20, os fascistas diziam que ela era um jeito de as pessoas medíocres oprimirem o “grande homem”. E os marxistas tratavam o regime democrático como armação burguesa. Agora, como diz Marco Antônio Villa, historiador da Universidade Federal de São Carlos, “ao menos como idéia, a democracia é vitoriosa”.
Cale-se!
Os endereços da mordaça
O mapa-múndi da liberdade e a situação de alguns países onde ela não existe
Cuba
Com a transmissão do comando de Fidel para seu irmão Raúl Castro, o único país considerado não-livre da América Latina avançou em direção à democracia. Mas o país ainda não permite a realização de greves, o funcionamento de sindicatos autônomos e as mudanças de endereço dos cidadãos.
Irã
O país tem um intrincado sistema político que mistura lei islâmica e eleições multipartidárias, em que o cargo maior não é o de presidente, mas de “líder supremo”, que não é escolhido pelo voto popular, e sim por um grupo de clérigos eleitos. Na prática, o sistema torna quase impossível a vida política da oposição.
Autoridade Nacional Palestina
A entidade, que é o embrião de um futuro Estado palestino, realizou eleições em 2004. O presidente escolhido foi Mahmoud Abbas, do grupo Fatah. Em 2006, o Hamas ficou com 74 dos 132 cargos legislativos, o que deu início a uma pequena guerra civil.
Rússia
Desde 1999, quando Vladimir Putin assumiu o poder, o país anda para trás em matéria de liberdade. Em 2008, a Rússia recebeu sua pior classificação desde 1989, quando ainda estava no regime soviético. Em maio, Putin elegeu seu sucessor e se transformou em primeiro-ministro.
China
A chamada “democracia com características chinesas” é um regime de partido único que não permite imprensa livre, censura a internet, proíbe manifestações e prende adversários. De quebra, a onda de bonança econômica significou uma grande chance de corrupção para a burocracia local.
(revista Aventuras na História em 10/04/2011)
http://historia.abril.com.br/politica/conteudo_600976.shtml
Astronomia
Grandes momentos do sistema solar
Da Terra no centro ao rebaixamento de Plutão
por Felipe Van Deursen
Alguns corpos do sistema solar são conhecidos desde a Antiguidade, já que são visíveis a olho nu. Mas apenas há 500 anos o homem começou a entender o que realmente se passa no céu – inclusive a perceber que a Terra não era o centro do Universo. Veja aqui dez momentos da relação do homem com o sistema solar.
Séc. 2 a.C. - Geocentrismo
Ptolomeu, astrônomo de Alexandria, lança a teoria de que a Terra é o centro do Universo e os corpos celestes giram em torno dela. Além do Sol e da Lua, já eram conhecidos Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno – todos vistos a olho nu. Por conta da cor, Marte recebeu dos romanos o nome do deus da guerra. Na Ásia, era a “Estrela de Fogo”. No Egito, “O Vermelho”.
Séc. 16 - Heliocentrismo
O polonês Nicolau Copérnico virou o mundo do avesso ao elaborar, a partir de 1514, uma teoria que corrigia as idéias de Ptolomeu (e também do filósofo Aristóteles). A Terra não é o centro do Universo: é apenas um planeta que gira em torno do Sol. Nascia a teoria heliocêntrica.
Séc. 17 - Inquisição
Em 1610, Galileu Galilei descobriu quatro satélites de Júpiter, entre eles Ganimedes (a maior lua do sistema solar). Ele tornou-se um defensor da teoria de Copérnico e acabou julgado pela Inquisição. Para não ser condenado, declarou que a teoria era apenas uma hipótese e deu um tempo nos estudos – só retomados sete anos mais tarde.
1781 - Novo planeta
No século anterior, Christian Huygens e Giovanni Domenico Cassini aumentaram de oito para 17 o número de corpos conhecidos. No século 18, William Herschel, astrônomo britânico, descobriu um novo planeta e batizou-o de Georgium Sidus, em homenagem a seu rei, Jorge III. Em 1850, ele ganhou o nome que tem hoje: Urano.
1846 - Briga por netuno
Galileu já tinha observado Netuno, mas pensou que era uma estrela. Entre 1821 e 1846, cientistas franceses e ingleses disputam a descoberta do planeta. Hoje tanto o francês Urbain le Verrier quanto o inglês John Adams levam o mérito. Ao longo do século 19, mais oito satélites e centenas de asteróides foram descobertos.
1930 - Nasce Plutão
Em fevereiro de 1930, um jovem astrônomo chamado Clyde Tombaugh conseguiu fotografar Plutão no observatório de Percival Lowell, nos Estados Unidos – astrônomo que tentou a vida toda localizar o planeta. Mais 12 corpos principais, além de milhares de cometas e asteróides, foram descobertos até o lançamento das sondas Voyager, na década de 1970.
1969 - Guerra até a Lua
Na corrida espacial entre americanos e soviéticos, estes saem na frente em 1957 com o lançamento do Sputnik, primeiro satélite artificial, e com o cosmonauta Yuri Gagarin, primeiro homem no espaço, em 1961. Oito anos depois, os americanos enviaram Neil Armstrong à Lua.
1977 - As viajantes
Júpiter, Saturno, Urano e Netuno estavam em um raro alinhamento na década de 1970. A Nasa, agência espacial americana, aproveitou a oportunidade única e lançou a Voyager I, em 1977, e a II, em 1978. As missões, desde então, descobriram, entre outras coisas, que Júpiter também tem anéis e que o dia e o ano em Urano duram a mesma coisa (84 anos terrestres).
1998 - Vida lá fora?
A Nasa anuncia a possibilidade de haver um oceano salgado congelado debaixo da superfície de Europa, um dos satélites de Júpiter – o que pode indicar haver formas de vida. Em 2005, a sonda Mars Express, da Agência Espacial Européia (ESA), descobriu o primeiro lago gelado no planeta vermelho – isso reacendeu a discussão sobre vida.
2006 - Rebaixamento
Em 2003, um corpo maior que Plutão, Xena, foi descoberto no Cinturão de Kuiper (área a partir de Netuno) e suscitou uma discussão que só acabou em agosto. Foi quando se decidiu que Plutão é um planeta-anão – um corpo pequeno com órbita congestionada.
(retirado da revista Aventura na História em 09/04/2011)
Da Terra no centro ao rebaixamento de Plutão
por Felipe Van Deursen
Alguns corpos do sistema solar são conhecidos desde a Antiguidade, já que são visíveis a olho nu. Mas apenas há 500 anos o homem começou a entender o que realmente se passa no céu – inclusive a perceber que a Terra não era o centro do Universo. Veja aqui dez momentos da relação do homem com o sistema solar.
Séc. 2 a.C. - Geocentrismo
Ptolomeu, astrônomo de Alexandria, lança a teoria de que a Terra é o centro do Universo e os corpos celestes giram em torno dela. Além do Sol e da Lua, já eram conhecidos Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno – todos vistos a olho nu. Por conta da cor, Marte recebeu dos romanos o nome do deus da guerra. Na Ásia, era a “Estrela de Fogo”. No Egito, “O Vermelho”.
Séc. 16 - Heliocentrismo
O polonês Nicolau Copérnico virou o mundo do avesso ao elaborar, a partir de 1514, uma teoria que corrigia as idéias de Ptolomeu (e também do filósofo Aristóteles). A Terra não é o centro do Universo: é apenas um planeta que gira em torno do Sol. Nascia a teoria heliocêntrica.
Séc. 17 - Inquisição
Em 1610, Galileu Galilei descobriu quatro satélites de Júpiter, entre eles Ganimedes (a maior lua do sistema solar). Ele tornou-se um defensor da teoria de Copérnico e acabou julgado pela Inquisição. Para não ser condenado, declarou que a teoria era apenas uma hipótese e deu um tempo nos estudos – só retomados sete anos mais tarde.
1781 - Novo planeta
No século anterior, Christian Huygens e Giovanni Domenico Cassini aumentaram de oito para 17 o número de corpos conhecidos. No século 18, William Herschel, astrônomo britânico, descobriu um novo planeta e batizou-o de Georgium Sidus, em homenagem a seu rei, Jorge III. Em 1850, ele ganhou o nome que tem hoje: Urano.
1846 - Briga por netuno
Galileu já tinha observado Netuno, mas pensou que era uma estrela. Entre 1821 e 1846, cientistas franceses e ingleses disputam a descoberta do planeta. Hoje tanto o francês Urbain le Verrier quanto o inglês John Adams levam o mérito. Ao longo do século 19, mais oito satélites e centenas de asteróides foram descobertos.
1930 - Nasce Plutão
Em fevereiro de 1930, um jovem astrônomo chamado Clyde Tombaugh conseguiu fotografar Plutão no observatório de Percival Lowell, nos Estados Unidos – astrônomo que tentou a vida toda localizar o planeta. Mais 12 corpos principais, além de milhares de cometas e asteróides, foram descobertos até o lançamento das sondas Voyager, na década de 1970.
1969 - Guerra até a Lua
Na corrida espacial entre americanos e soviéticos, estes saem na frente em 1957 com o lançamento do Sputnik, primeiro satélite artificial, e com o cosmonauta Yuri Gagarin, primeiro homem no espaço, em 1961. Oito anos depois, os americanos enviaram Neil Armstrong à Lua.
1977 - As viajantes
Júpiter, Saturno, Urano e Netuno estavam em um raro alinhamento na década de 1970. A Nasa, agência espacial americana, aproveitou a oportunidade única e lançou a Voyager I, em 1977, e a II, em 1978. As missões, desde então, descobriram, entre outras coisas, que Júpiter também tem anéis e que o dia e o ano em Urano duram a mesma coisa (84 anos terrestres).
1998 - Vida lá fora?
A Nasa anuncia a possibilidade de haver um oceano salgado congelado debaixo da superfície de Europa, um dos satélites de Júpiter – o que pode indicar haver formas de vida. Em 2005, a sonda Mars Express, da Agência Espacial Européia (ESA), descobriu o primeiro lago gelado no planeta vermelho – isso reacendeu a discussão sobre vida.
2006 - Rebaixamento
Em 2003, um corpo maior que Plutão, Xena, foi descoberto no Cinturão de Kuiper (área a partir de Netuno) e suscitou uma discussão que só acabou em agosto. Foi quando se decidiu que Plutão é um planeta-anão – um corpo pequeno com órbita congestionada.
(retirado da revista Aventura na História em 09/04/2011)
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Visitar muitos museus por todo o Brasil e pelo mundo já é uma realidade.
Visitar muitos museus por todo o Brasil e pelo mundo já é uma realidade.
Museu Nacional do Mar – São Francisco em Santa Catarina.
http://www.museunacionaldomar.com.br/museu/index.htm
Museu de Artes e Ofícios do Brasil
http://www.mao.org.br/port/gfotos.asp
Museu do Oratório
http://www.museudooratorio.com.br/port/colecao_
http://www.museuvirtualbrasil.com.br/
MUSEU DE MINERAIS E ROCHAS "HEINZ EBERT"
http://www.rc.unesp.br/museudpm/entrar.html
http://www.ametistaparque.com.br/visitavirtual/galerias/myalbum.html
MUSEU MUNICIPAL DE HISTÓRIA NATURAL DE PONTA GROSSA
http://acd.ufrj.br/geologia/sbp/hnpg.htm
Museu de Roma
http://mv.vatican.va/3_EN/pages/MV_Musei.html
Metropolitan Museum of Art - Nova York
http://www.metmuseum.org/home.asp
Museu Nacional do Mar – São Francisco em Santa Catarina.
http://www.museunacionaldomar.com.br/museu/index.htm
Museu de Artes e Ofícios do Brasil
http://www.mao.org.br/port/gfotos.asp
Museu do Oratório
http://www.museudooratorio.com.br/port/colecao_
http://www.museuvirtualbrasil.com.br/
MUSEU DE MINERAIS E ROCHAS "HEINZ EBERT"
http://www.rc.unesp.br/museudpm/entrar.html
http://www.ametistaparque.com.br/visitavirtual/galerias/myalbum.html
MUSEU MUNICIPAL DE HISTÓRIA NATURAL DE PONTA GROSSA
http://acd.ufrj.br/geologia/sbp/hnpg.htm
Museu de Roma
http://mv.vatican.va/3_EN/pages/MV_Musei.html
Metropolitan Museum of Art - Nova York
http://www.metmuseum.org/home.asp
quarta-feira, 23 de junho de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Hora do planeta

Hoje 27 de março, das 20h30 às 21h30, milhares de casas em todo o mundo ficarão às escuras - voluntariamente - por 60 minutos. O movimento Hora do Planeta, promovido pelo WWF - Worldwide Fund for Nature -, ONG ambientalista de relevância mundial, convida governos, empresas e civis a protestarem contra os efeitos das mudanças climáticas na Terra. Para ajudar a campanha basta apagar as luzes da sua casa durante uma hora.
O Brasil participa pela segunda vez do ato simbólico e, este ano, a cidade do Rio de Janeiro foi eleita a sede do movimento.
"A Hora do Planeta é um gesto de engajamento, no qual cada um deve fazer a sua parte para um futuro melhor. Será uma demonstração da nossa paixão pelas pessoas, pela solução, pela conservação do planeta e, principalmente, pela vida", afirma o presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil, Álvaro de Souza.
terça-feira, 23 de março de 2010
Dívida Externa verdades
http://www.averdade.org.br/modules/news/article.php?storyid=172
A VERDADE: Então não é verdade que a dívida externa brasileira acabou?
Maria Lúcia Fattorelli: Não. A dívida externa brasileira alcançou US$ 265 bilhões
em dezembro de 2008. O que o governo anunciou em fevereiro de 2008 foi
que os ativos do país no exterior, constituídos fundamentalmente pelas
reservas internacionais, superariam a dívida externa pública e privada.
Ou seja: a dívida não acabou, apenas teria sido superada pela
quantidade de moeda estrangeira detida pelo país.
É necessário esclarecer o que está por trás desse acúmulo desenfreado
de reservas cambiais: uma verdadeira farra dos especuladores nacionais
e estrangeiros, que trazem seus dólares em massa ao Brasil para comprar
títulos da dívida "interna", em busca dos juros mais altos do mundo. O
resultado disso é a explosão da dívida interna, que atingiu R$ 1,6
trilhão em dezembro de 2008, tendo crescido 60% em apenas três anos! Ou
seja, a chamada dívida “interna” está em grande parte nas mãos de
estrangeiros. Em 2008, o governo federal gastou R$ 282 bilhões com
juros e amortizações da dívida interna e externa (sem contar o
refinanciamento, ou seja, a chamada "rolagem" da dívida, que
corresponde ao pagamento da dívida mediante a emissão de novos
títulos), enquanto gastou cifras bem menores com o atendimento das
necessidades do povo brasileiro: R$ 44,5 bilhões com a saúde, R$ 23,7
bilhões com a educação e R$ 2,5 bilhões com a reforma agrária. E o mais
grave é que nem sequer se sabe que dívida é essa que está sendo paga,
pois a auditoria prevista na Constituição Federal de 1988 nunca foi
realizada.
Dívida pública é a dívida contraída pelo governo com entidades ou pessoas da
sociedade para:
• financiar parte de seus gastos que não são cobertos com a arrecadação de
impostos; ou
• alcançar alguns objetivos de gestão econômica, tais como controlar o nível
de atividade, o crédito e o consumo ou, ainda, para captar dólares no
exterior.
A dívida pública se subdivide em dívida interna e dívida externa. Os principais
credores do setor público são, normalmente, bancos públicos e privados que operam no
país, investidores privados, instituições financeiras internacionais e governos de outros
países.
O governo tem três formas de financiar seus gastos: arrecadar impostos, emitir
moeda ou vender títulos (papéis) da dívida pública com promessa de resgate futuro
acrescido de juros. Muitos governos se utilizam, ainda, do expediente de atrasar o
pagamento de dívidas com fornecedores e de negociar seu pagamento com deságio
(desconto sobre o valor da dívida).
A emissão de moeda é uma forma utilizada freqüentemente pelos governos para
financiar parte de seus gastos. Mas deve ser usada com cautela, uma vez que pode se
transformar em inflação, caso a economia esteja operando próxima ao pleno emprego
dos fatores de produção e se essa emissão de moeda não guardar alguma relação com o
crescimento da oferta de bens e serviços (por meio de utilização de capacidade ociosa,
novos investimentos, importação).
No caso da dívida externa, um parâmetro importante consiste na relação
dívida/exportações, uma vez que essa dívida tem que ser paga em moeda estrangeira,
que o país obtém através de saldos comerciais com o exterior ou através de novos
empréstimos em moeda forte. Dada a redução do valor da dívida externa e o
crescimento expressivo das exportações brasileiras nos últimos anos, a relação dívida
externa sobre exportações caiu acentuadamente, de 3,9 para 1,6, demonstrando que
aumentou a capacidade de o país saldar sua dívida externa.
A VERDADE: Então não é verdade que a dívida externa brasileira acabou?
Maria Lúcia Fattorelli: Não. A dívida externa brasileira alcançou US$ 265 bilhões
em dezembro de 2008. O que o governo anunciou em fevereiro de 2008 foi
que os ativos do país no exterior, constituídos fundamentalmente pelas
reservas internacionais, superariam a dívida externa pública e privada.
Ou seja: a dívida não acabou, apenas teria sido superada pela
quantidade de moeda estrangeira detida pelo país.
É necessário esclarecer o que está por trás desse acúmulo desenfreado
de reservas cambiais: uma verdadeira farra dos especuladores nacionais
e estrangeiros, que trazem seus dólares em massa ao Brasil para comprar
títulos da dívida "interna", em busca dos juros mais altos do mundo. O
resultado disso é a explosão da dívida interna, que atingiu R$ 1,6
trilhão em dezembro de 2008, tendo crescido 60% em apenas três anos! Ou
seja, a chamada dívida “interna” está em grande parte nas mãos de
estrangeiros. Em 2008, o governo federal gastou R$ 282 bilhões com
juros e amortizações da dívida interna e externa (sem contar o
refinanciamento, ou seja, a chamada "rolagem" da dívida, que
corresponde ao pagamento da dívida mediante a emissão de novos
títulos), enquanto gastou cifras bem menores com o atendimento das
necessidades do povo brasileiro: R$ 44,5 bilhões com a saúde, R$ 23,7
bilhões com a educação e R$ 2,5 bilhões com a reforma agrária. E o mais
grave é que nem sequer se sabe que dívida é essa que está sendo paga,
pois a auditoria prevista na Constituição Federal de 1988 nunca foi
realizada.
Dívida pública é a dívida contraída pelo governo com entidades ou pessoas da
sociedade para:
• financiar parte de seus gastos que não são cobertos com a arrecadação de
impostos; ou
• alcançar alguns objetivos de gestão econômica, tais como controlar o nível
de atividade, o crédito e o consumo ou, ainda, para captar dólares no
exterior.
A dívida pública se subdivide em dívida interna e dívida externa. Os principais
credores do setor público são, normalmente, bancos públicos e privados que operam no
país, investidores privados, instituições financeiras internacionais e governos de outros
países.
O governo tem três formas de financiar seus gastos: arrecadar impostos, emitir
moeda ou vender títulos (papéis) da dívida pública com promessa de resgate futuro
acrescido de juros. Muitos governos se utilizam, ainda, do expediente de atrasar o
pagamento de dívidas com fornecedores e de negociar seu pagamento com deságio
(desconto sobre o valor da dívida).
A emissão de moeda é uma forma utilizada freqüentemente pelos governos para
financiar parte de seus gastos. Mas deve ser usada com cautela, uma vez que pode se
transformar em inflação, caso a economia esteja operando próxima ao pleno emprego
dos fatores de produção e se essa emissão de moeda não guardar alguma relação com o
crescimento da oferta de bens e serviços (por meio de utilização de capacidade ociosa,
novos investimentos, importação).
No caso da dívida externa, um parâmetro importante consiste na relação
dívida/exportações, uma vez que essa dívida tem que ser paga em moeda estrangeira,
que o país obtém através de saldos comerciais com o exterior ou através de novos
empréstimos em moeda forte. Dada a redução do valor da dívida externa e o
crescimento expressivo das exportações brasileiras nos últimos anos, a relação dívida
externa sobre exportações caiu acentuadamente, de 3,9 para 1,6, demonstrando que
aumentou a capacidade de o país saldar sua dívida externa.
sábado, 28 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Pré-Sal do Brasil
A chamada camada pré-sal é uma faixa de 800 quilômetros de extensão por 200 quilômetros de largura que vai do litoral de Santa Catarina ao do Espírito Santo situada a 7 mil metros abaixo da superfície do mar. O petróleo encontrado nesta área, que engloba três bacias sedimentares (Santos, Campos e Espírito Santo), é de qualidade superior àquele comumente extraído da camada pós-sal, que fica acima da extensa camada de sal de 2 mil metros de espessura que dá nome às duas camadas.A Petrobras não descarta a hipótese de que toda a camada pré-sal seja interligada, e suas reservas sejam, como os técnicos chamam, unitizadas, formando assim um imenso campo único de petróleo submerso.Se as reservas do pré-sal de fato estiverem interligadas, o governo estuda a criação de um novo marco regulatório que estabeleça cotas de extração para evitar que o petróleo seja “sugado” de áreas não licitadas. As nove áreas de pré-sal já leiloadas na Bacia de Santos também seriam afetadas pela medida. Oito pertencentes à Petrobras e sócios privados e uma à ExxonMobil.
Sócios privados
A Petrobras não perfura os poços sozinha. Das 48 áreas (entre pós-sal e pré-sal) exploradas na Bacia de Santos, por exemplo, só dez são exploradas com exclusividade pela empresa. A descoberta do campo de Tupi, por exemplo, única área do pré-sal cujas reservas foram dimensionadas por meio de testes de produção até o momento, foi feita por um consórcio que inclui a britânica BG (que vai ficar com 25% do que o campo produzir), a portuguesa Galp Energia (que ficará com 10%) e a Petrobras (que terá direito a 65%). O mesmo acontecendo com os outros campos, com percentuais e empresas diferentes.Além do Tupi, que só deve atingir seu pico de produção a partir de 2017, já foram descobertos no pré-sal da Bacia de Santos os campos: Iara, Carioca, Júpiter, Caramba, Bem-Te-Vi, Parati, Guará e Ogum.
“Mamute”
Apesar da histeria atual em torno do pré-sal, a discussão sobre sua potencialidade não é nova. Desde meados dos anos de 1970, os geólogos da Petrobras apostavam na existência de um “mamute” de petróleo na camada – forma como são chamados os campos gigantes pelos especialistas –, mas não dispunham de tecnologia adequada para sua prospecção. No final da década, em 1979, a empresa conseguiu perfurar poços que alcançaram o pré-sal na bacia de Campos, mas as descobertas confirmadas não foram significativas.As expectativas de se encontrar uma considerável quantidade de petróleo após a camada de sal ressurgiram com mais força em 2005, com o anúncio da descoberta do megacampo de Tupi, uma reserva estimada pela Petrobras de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo.
Números
No momento, há uma enorme especulação sobre quantos barris de petróleo pode conter o pré-sal. Uma estimativa não-ufanista feita pelo Credit Suisse, fala em algo entre 30 e 50 bilhões de barris – o que já aumentaria em cerca de quatro vezes as reservas provadas brasileiras, que contavam com 12,1 bilhões de barris em janeiro deste ano.Mas os números podem ser ainda maiores. Alguns acreditam que o pré-sal poderia esconder no mínimo 100 bilhões de barris – o que colocaria o Brasil em 6º lugar entre as maiores reservas de petróleo do mundo. Já outros, como um ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo, Newton Monteiro, chegam a afirmar que o pré-sal pode guardar 338 bilhões de barris, o que faria do Brasil o maior detentor de reservas provadas do mundo, superando de longe a Arábia Saudita – hoje com 264 bilhões de barris.Para efeito comparativo, se o preço por barril de petróleo cair para US$ 100 dólares, os 338 bilhões de barris dariam uma renda em potencial de US$ 33,8 trilhões de dólares. Quase três vezes o PIB dos Estados Unidos ou 19 vezes o PIB brasileiro.
Por Marcelo Netto Rodrigues da Redaçãohttp://www.brasildefato.com.br/
Sócios privados
A Petrobras não perfura os poços sozinha. Das 48 áreas (entre pós-sal e pré-sal) exploradas na Bacia de Santos, por exemplo, só dez são exploradas com exclusividade pela empresa. A descoberta do campo de Tupi, por exemplo, única área do pré-sal cujas reservas foram dimensionadas por meio de testes de produção até o momento, foi feita por um consórcio que inclui a britânica BG (que vai ficar com 25% do que o campo produzir), a portuguesa Galp Energia (que ficará com 10%) e a Petrobras (que terá direito a 65%). O mesmo acontecendo com os outros campos, com percentuais e empresas diferentes.Além do Tupi, que só deve atingir seu pico de produção a partir de 2017, já foram descobertos no pré-sal da Bacia de Santos os campos: Iara, Carioca, Júpiter, Caramba, Bem-Te-Vi, Parati, Guará e Ogum.
“Mamute”
Apesar da histeria atual em torno do pré-sal, a discussão sobre sua potencialidade não é nova. Desde meados dos anos de 1970, os geólogos da Petrobras apostavam na existência de um “mamute” de petróleo na camada – forma como são chamados os campos gigantes pelos especialistas –, mas não dispunham de tecnologia adequada para sua prospecção. No final da década, em 1979, a empresa conseguiu perfurar poços que alcançaram o pré-sal na bacia de Campos, mas as descobertas confirmadas não foram significativas.As expectativas de se encontrar uma considerável quantidade de petróleo após a camada de sal ressurgiram com mais força em 2005, com o anúncio da descoberta do megacampo de Tupi, uma reserva estimada pela Petrobras de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo.
Números
No momento, há uma enorme especulação sobre quantos barris de petróleo pode conter o pré-sal. Uma estimativa não-ufanista feita pelo Credit Suisse, fala em algo entre 30 e 50 bilhões de barris – o que já aumentaria em cerca de quatro vezes as reservas provadas brasileiras, que contavam com 12,1 bilhões de barris em janeiro deste ano.Mas os números podem ser ainda maiores. Alguns acreditam que o pré-sal poderia esconder no mínimo 100 bilhões de barris – o que colocaria o Brasil em 6º lugar entre as maiores reservas de petróleo do mundo. Já outros, como um ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo, Newton Monteiro, chegam a afirmar que o pré-sal pode guardar 338 bilhões de barris, o que faria do Brasil o maior detentor de reservas provadas do mundo, superando de longe a Arábia Saudita – hoje com 264 bilhões de barris.Para efeito comparativo, se o preço por barril de petróleo cair para US$ 100 dólares, os 338 bilhões de barris dariam uma renda em potencial de US$ 33,8 trilhões de dólares. Quase três vezes o PIB dos Estados Unidos ou 19 vezes o PIB brasileiro.
Por Marcelo Netto Rodrigues da Redaçãohttp://www.brasildefato.com.br/
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Por que muitos preferem ser ignorantes na política a procurar entender a sua funcionalidade?
Porque para a maioria dos indivíduos é mais aceitável pecar por não saber o que estamos fazendo do que termos que admitir um erro. Significa que muitos de nós preferem manter-se na ignorância do processo de formação política do Estado ou até mesmo de um grupo social, para justificar a sua falta de perspectiva política.
Sabe-se também que as elites detentoras do poder preferem assim; a grande massa (população) alheia aos assuntos dos dominadores do poder econômico e político. Não é difícil compreender as redes de poder que a política e os políticos em si encontram-se, o problema esta em distinguir as relações positivas e as negativas sendo que estas mesmas podem iniciar em um ponto e terminar em outro oposto, é nesta ocasião que a informação e a investigação deste sistema são primordiais para separar o “trigo do joio”.
Não significa que o sistema político sempre deverá pontuar ao lado certo ou o errado, pois quem rege esta orquestra são pessoas, influenciáveis, alguns com caráter duvidoso, porém alguns são virtuosos. Mas para que todo o processo não fuja ao controle é que as massas devem estar aptas ao controlo do sistema político quando participam de movimentos, mantém-se informadas de tais assuntos principalmente no momento que estamos vivendo hoje de extensa corrupção, que muitas vezes nos desanima. Somente desta forma é que estaremos preparados para nos posicionar diante dos fatos, optar pelo mais correto. Pois é está consciência que as elites que se encontram no poder não querem, desta forma a estrutura de tramas que antes era apenas de domínio de poucos passará a ser compreendida por muitos, e são estes muitos que fazem a diferença; simplesmente ao expressar nossa opinião.
Porque para a maioria dos indivíduos é mais aceitável pecar por não saber o que estamos fazendo do que termos que admitir um erro. Significa que muitos de nós preferem manter-se na ignorância do processo de formação política do Estado ou até mesmo de um grupo social, para justificar a sua falta de perspectiva política.
Sabe-se também que as elites detentoras do poder preferem assim; a grande massa (população) alheia aos assuntos dos dominadores do poder econômico e político. Não é difícil compreender as redes de poder que a política e os políticos em si encontram-se, o problema esta em distinguir as relações positivas e as negativas sendo que estas mesmas podem iniciar em um ponto e terminar em outro oposto, é nesta ocasião que a informação e a investigação deste sistema são primordiais para separar o “trigo do joio”.
Não significa que o sistema político sempre deverá pontuar ao lado certo ou o errado, pois quem rege esta orquestra são pessoas, influenciáveis, alguns com caráter duvidoso, porém alguns são virtuosos. Mas para que todo o processo não fuja ao controle é que as massas devem estar aptas ao controlo do sistema político quando participam de movimentos, mantém-se informadas de tais assuntos principalmente no momento que estamos vivendo hoje de extensa corrupção, que muitas vezes nos desanima. Somente desta forma é que estaremos preparados para nos posicionar diante dos fatos, optar pelo mais correto. Pois é está consciência que as elites que se encontram no poder não querem, desta forma a estrutura de tramas que antes era apenas de domínio de poucos passará a ser compreendida por muitos, e são estes muitos que fazem a diferença; simplesmente ao expressar nossa opinião.
Mioduski, K. 2009.
domingo, 19 de abril de 2009
Recordes da Natureza - curiosidades

A maior cordilheira
Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 8 mil quilômetros.
A maior ilha
Groenlândia, com 2.175.600 km2.
A montanha mais alta
Mauna Kea, no Havaí, tem 10.203 metros a partir do fundo do oceano Pacífico. Se for considerado apenas o pedaço que fica acima do nível do mar, a montanha conta com 4.205 metros.
A principal queda d’água
Angel, na Venezuela, com 979 metros de altura.
O lago mais alto
O mais alto lago navegável é o Titicaca, no Peru, 3.811 metros acima do nível do mar.
O lago mais profundo
Lago Baikal, Rússia, com 1.620 metros.
O maior golfo
Golfo do México, com 1.502.200 km2.
O maior lago
Mar Cáspio, entre Rússia e Irã, 372.000 km2 e 980 metros de profundidade.
O maior rio em extensão
Amazonas, com 7.025 quilômetros.
O maior vulcão
Gallatiri, Chile, com 6.060 metros.
O oceano mais profundo
Oceano Pacífico, com uma profundidade média de 4.267 metros.
O ponto mais alto
Monte Everest, no Himalaia, fronteira entre Nepal e Tibete, 8.850 metros acima do nível do mar.
O ponto mais baixo
Mar Morto, entre Israel e Jordânia. A superfície da água está 396 metros abaixo do nível do mar.
O ponto mais chuvoso
Monte Waialeale, no Havaí, com uma média anual de 11.680 mm.
O ponto mais frio
Estação de Vostok, na Antártida, -89,2ºC (21/07/1983).
O ponto mais quente
El Azizia, Líbia, 58ºC (13/09/1922).
O ponto mais seco
Deserto de Atacama, no Chile.
terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Ponta Grossa - PR
Sou professora de Geografia em Ponta Grossa - Pr e junto com a professora de Biologia realizamos em 2008 a primeira turma de aventuras e aprendizado real.
Saída de Campo para a carvena olhos d'água com os alunos do Col. Frei Doroteu de Pádua.
Criei este espaço na rede para interagir com os alunos e colegas professores sobre as informações atuais e conteúdos que trabalhamos em sala.
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