"a educação ambiental assume cada vez mais a função política e transformadora, na qual a participação e a co-responsabilização dos indivíduos tornam-se alvos centrais para fomentar um novo tipo de racionalidade e um novo modelo de desenvolvimento" ANGÉLICA GÓIS MORALES

Professora Karyne Ap. Mioduski Rodrigues - karynepg@gmail.com





sábado, 13 de agosto de 2011

Cientistas projetam satélite que combate lixo espacial


Ilustração da Nasa representa detritos na baixa órbita terrestre - Foto: Getty Images/Nasa


Por Marcela Puccia Braz


E se existisse um satélite que acoplasse um kit motor ao lixo espacial, guiando-o em direção à atmosfera terrestre para ser desintegrado? Essa foi a proposta feita por cientistas italianos, publicada na revista científica Acta Astronáutica, para solucionar o problema do crescente acúmulo de lixo em órbita ao redor da Terra.


A pesquisa identificou mais de 17 mil objetos que medem mais de 10 centímetros na órbita da Terra. Entre eles, há 60 objetos a 850 quilômetros do solo, dentre os quais 40 têm peso maior do que três toneladas cada. A maior preocupação é com a colisão entre os detritos, que podem se quebrar e gerar milhares de fragmentos. Isso pode vir a ser uma reação em cadeia, chamada de Síndrome de Kessler.


Leia também: Telescópio vai detectar lixo no espaço


Em junho, os astronautas que estavam na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) tiveram que embarcar em cápsulas de emergência para se proteger de um detrito espacial que se aproximava da estação.


Para evitar uma nuvem de lixo em órbita ainda maior, os cientistas propõem a retirada de cinco a 10 objetos por ano. O satélite acoplaria em pedaços inativos de foguetes, por exemplo, o kit propulsor por meio de braços mecânicos. O mecanismo seria, então, ativado e guiaria o objeto em direção à atmosfera terrestre.


Entre os impedimentos para uma efetiva "limpeza espacial" está a relutância de alguns países em permitir acesso a seus objetos, mesmo que não estejam em uso. Além disso, não há acordo internacional que determine o responsável pela retirada do lixo espacial produzido por cada país.

http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/noticias/298401_noticias.shtml?ES

terça-feira, 2 de agosto de 2011

terça-feira, 26 de julho de 2011

sábado, 23 de julho de 2011


Com 800 metros de diâmetro, a cratera Victoria, próxima ao equador de Marte, tem sido estudada bem de perto pela sonda de solo Opportunity. O pequeno veículo passou um ano explorando a borda, antes de entrar no declive visível na posição das dez horas do mostrador do relógio.

http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/especiais/espaco/sistema-solar-485414.shtml?page=1

Cadeia de vulcões submarinos é descoberta na Antártida



Foram descobertos 12 vulcões, 7 ativos - Foto: British Antartic Survey


Por Kátia Arima


Um cadeia de vulcões submarinos foi descoberta na Antártida pelo centro de pesquisas British Antartic Survey (BAS).


Os vulcões estão perto das ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul, territórios britânicos. Alguns vulcões têm 3 mil metros de altitude - quase a dimensão do Monte Fuji, no Japão. Foram descobertos 12 vulcões submarinos, sendo que 7 deles estão ativos.

Se entrarem em erupção, podem causar tsunamis - mas isso não é tão preocupante, já que não há pessoas que vivem perto da região. Também foram encontradas na área várias crateras, de até cinco quilômetros de diâmetro.


A descoberta interessa não tanto pelo risco que os vulcões podem causar, mas pela vida submarina que eles proporcionam. Os vulcões submarinos ativos são fontes hidrotermais, um habitat que existe em outros planetas como Júpiter. De acordo com os cientistas, as rochas submarinas são um ambiente propício para a vida de peixes e outras vidas marinhas.


Os pesquisadores do BAS afirmam que a descoberta da cadeia de vulcões foi uma surpresa, identificada com um equipamento de mapeamento do solo oceânico.

http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/noticias/295996_noticias.shtml?CI

quinta-feira, 23 de junho de 2011

domingo, 19 de junho de 2011

No ES, coleta de resíduos dá lucro e ajuda o meio ambiente

O lixo gerado pelas empresas sustenta um mercado promissor no Brasil: a coleta para reciclagem. No Espírito Santo, o negócio é muito lucrativo. Existe até um projeto para capacitar empreendedores do setor e buscar novos clientes.

Dezoito empresas fazem parte do projeto criado pelo Sebrae em parceira com o Instituto de Meio Ambiente e o Instituto de Ações Sociais do Espírito Santo. O objetivo é reaproveitar as sobras, os resíduos de materiais descartados por lojas, fábricas e indústrias.

“A nossa intenção é fazer com que o resíduo que hoje é ainda enterrado ou que sai do estado pra ser vendido fora, ele fique no estado e possa se transformar em nova matéria prima”, diz Célia Perin, do Sebrae de Vitória/ES.

Além de preservar o meio ambiente, o trabalho ajuda a criar novos empregos e a aumentar a arrecadação do estado. Os clientes desse serviço são empresas que geram muito lixo todos os dias.

Uma concessionária de carros descarta 37 mil litros de óleo por ano. E mais 16 mil quilos de resíduos sólidos, como embalagens, filtros e lâmpadas. Por menos de mil reais por mês, uma das empresas do projeto leva todo esse lixo embora.

“O óleo vai para refino, as embalagens vão para a reciclagem, os filtros para reciclagem, a borra para a indústria do cimento”, diz o empresário Alexandre Vargas de França, dono da empresa que recolhe os resíduos.

O caminhão chega cedo e recolhe o óleo e outros materiais, como a areia que cai do carro durante a lavagem. A mistura de água, terra e óleo é separada em uma caixa.

Com o trabalho de coleta, a concessionária conseguiu a certificação iso 14001. é um documento reconhecido no mundo inteiro. Ele define como uma empresa deve agir em relação aos cuidados com o meio ambiente. Além de ajudar a natureza, a ISO 14001 é uma plataforma de marketing para a concessionária, que já vende 120 carros novos e 60 usados por mês.

“O cliente também na compra do veículo ele sabe que ali tem a conscientização ambiental”, diz Niemayer Oliveira, gerente da concessionária.

A preocupação com a natureza é tão grande que Niemayer verifica a coleta pelo computador enquanto trabalha. A concessionária tem acesso a um sistema de rastreamento exclusivo, que acompanha o lixo até o momento do descarte. São informações importantes para mostrar nas inspeções que são feitas pelos auditores da ISO 14001.

“A gente tem todas as respostas necessárias para demonstrar que o resíduo tem o destino correto”, diz.

Quando sai da concessionária, o resíduo é levado para a sede da coletadora, no município de Serra, a 30 quilômetros da capital do estado, Vitória. Lá o material é classificado: as embalagens são prensadas e os filtros são divididos, metal para um lado, papel para o outro. A coletadora recolhe o lixo de 800 clientes.

A empresa coleta seis mil toneladas de resíduos contaminados por ano e faz o descarte em várias partes do país. O óleo vai para Minas Gerais, as embalagens para o Rio Grande do Sul, as lâmpadas acabam no interior de São Paulo. Mas, existe um plano para manter todo esse material aqui no Espírito Santo.

O lixo vai ser levado para um terreno de 4,5 mil metros quadrados. As coletadoras vão dividir os custos e o espaço e vão negociar a venda do lixo coletivamente. Assim, o custo do frete vai diminuir.

Novos mercados
Melhorar os resultados financeiros das empresas é justamente o objetivo do Sebrae. Por isso o projeto busca novos mercados: os empresários já foram levados para feiras no Rio Grande do Sul e em São Paulo.

“O nosso objetivo é expandir o nosso negócio através de parcerias com empresas de outros estados, levando a nossa tecnologia, o nosso conhecimento, o nosso know-how no gerenciamento de resíduos”, diz o empresário Alexandre.

O futuro do segmento é promissor. O número de empresas que faz o descarte adequado do lixo é muito pequeno – existem milhares de clientes para conquistar.

“Esse é um trabalho que a gente tem que fazer em longo prazo. Até que todas as empresas se conscientizem e comecem a ver esse lado, que não é só a questão do lado ambiental, que existe pressão hoje, mas pelo lado econômico, vale a pena desenvolver esse trabalho”, diz Célia, do Sebrae.

fonte: http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2011/06/no-es-coleta-de-residuos-da-lucro-e-ajuda-o-meio-ambiente.html

domingo, 12 de junho de 2011



Acesso à internet agora é direito humano básico
Otavio Cohen 10 de junho de 2011



Se por acaso o seu acesso à internet for cortado, você já pode reclamar com a ONU. Um dos seus direitos estará sendo desrespeitado. É isso mesmo: navegar na rede agora é um direito humano básico assegurado pela Organização das Nações Unidas. Isso quer dizer que, além de ser tratado com respeito, de pedir informação, de mudar de opinião, de ir e vir, você também têm direito de acessar à internet.

O documento que oficializa a navegação na web como direito humano básico tem mais de 20 páginas e foi publicado pela ONU na semana passada (já faz um tempinho, mas não poderíamos deixar passar em branco, certo?). Nele, a organização enfatiza a importância da natureza “transformadora e única da internet”. De acordo com o texto (que você pode ver aqui, em inglês), o acesso à rede favorece o progresso da sociedade e permite que os usuários exercitem direito de opinião e expressão. Mas, na prática, o que muda?

Se você está lendo isso, pouca coisa muda na sua vida.. Mas lembre-se que tem muita gente por aí que enfrenta censura nacional e não pode entrar em qualquer site. Há alguns dias, dois terços do acesso à internet na Síria foi bloqueado sem aviso. O documento da ONU reage ao corte. “A recente onda de protestos em países do Oriente Médio e África do Norte mostrou o papel-chave que a internet pode desempenhar em mobilizar a população para pedir por justiça, igualdade e mais respeito aos direitos humanos. Sendo assim, facilitar o acesso à internet para todos os indivíduos, com a menor restrição ao conteúdo online possível, deve ser prioridade”, ressalta o relatório.

Agora você pode estar imaginando “mas como é que ninguém pensou nisso antes?”. Na Estônia, uma lei com os mesmos preceitos existe desde 2000 (naquela época em que você ainda usava ICQ e a internet era discada). Na Finlândia, a Justiça garante uma navegação com velocidade mínima de 1 megabyte por segundo. Essa é a internet do futuro: rápida e livre. Mas não vale reclamar com a administração da empresa que bloqueia aqueles sites que não te deixam trabalhar.

http://super.abril.com.br/blogs/superblog/acesso-a-internet-agora-e-direito-humano-basico/

terça-feira, 17 de maio de 2011

Dicas de sites

http://www.canalkids.com.br/cultura/ciencias/astronomia/lua.htm

Dicas de sites

http://www.astronomia2009.org.br/images/recursos/textos/o_papel_da_astronomia.pdf

http://www.astronomia2009.org.br/images/recursos/textos/galileu.pdf

domingo, 10 de abril de 2011

Leitura política

Democracias de mentirinha
Levantamento estima que 41 países fazem eleições, mas são ditaduras
por Fábio Marton


Oficialmente, só duas nações do mundo admitem que não são democráticas. Uma delas é a Arábia Saudita, que é uma monarquia absolutista, e a outra é Mianmar, governada por uma ditadura assumida. Todos os demais países dizem que seus cidadãos são livres para se expressar, e isso inclui a China, a Síria, o Irã, o Paquistão... e o Zimbábue. O caso deste país africano é exemplar. Em março, Robert Mugabe, que controla o governo desde 1980, perdeu o primeiro turno das eleições locais para Morgan Tsvangirai. Mas, por meio de intimidação, Mugabe fez com que Tsvangirai desistisse de disputar o segundo turno. Em junho, Mugabe foi reeleito com 85,5% dos votos.

Por causa de exemplos como esse, não é recomendável levar em conta a opinião dos países a respeito de si mesmos. Mas existem entidades que fazem levantamentos independentes sobre o assunto. Uma das mais respeitadas é a ONG Freedom House, fundada em 1941 por Eleanor Roosevelt (1884-1962), esposa do presidente americano Franklin Roosevelt (1882-1945). No mais recente relatório do grupo, deste ano, 43 países são considerados “não-livres” (sendo que 41 deles fazem eleições, e Mianmar promete as suas para 2010), 60 são “parcialmente livres” e 90, “livres”. O Brasil era parcialmente livre desde a anistia política de 1979, e só se tornou livre em 2002, quando as eleições presidenciais provaram que temos alternância de poder.

De toda forma, não deixa de surpreender que as ditaduras se digam democráticas. Esse é um sinal de que os regimes abertos estão na moda, e isso é novidade. Aristóteles (384-322 a.C.) a definia como uma forma degenerada de república. No século 20, os fascistas diziam que ela era um jeito de as pessoas medíocres oprimirem o “grande homem”. E os marxistas tratavam o regime democrático como armação burguesa. Agora, como diz Marco Antônio Villa, historiador da Universidade Federal de São Carlos, “ao menos como idéia, a democracia é vitoriosa”.



Cale-se!
Os endereços da mordaça
O mapa-múndi da liberdade e a situação de alguns países onde ela não existe

Cuba

Com a transmissão do comando de Fidel para seu irmão Raúl Castro, o único país considerado não-livre da América Latina avançou em direção à democracia. Mas o país ainda não permite a realização de greves, o funcionamento de sindicatos autônomos e as mudanças de endereço dos cidadãos.

Irã

O país tem um intrincado sistema político que mistura lei islâmica e eleições multipartidárias, em que o cargo maior não é o de presidente, mas de “líder supremo”, que não é escolhido pelo voto popular, e sim por um grupo de clérigos eleitos. Na prática, o sistema torna quase impossível a vida política da oposição.

Autoridade Nacional Palestina

A entidade, que é o embrião de um futuro Estado palestino, realizou eleições em 2004. O presidente escolhido foi Mahmoud Abbas, do grupo Fatah. Em 2006, o Hamas ficou com 74 dos 132 cargos legislativos, o que deu início a uma pequena guerra civil.

Rússia

Desde 1999, quando Vladimir Putin assumiu o poder, o país anda para trás em matéria de liberdade. Em 2008, a Rússia recebeu sua pior classificação desde 1989, quando ainda estava no regime soviético. Em maio, Putin elegeu seu sucessor e se transformou em primeiro-ministro.

China

A chamada “democracia com características chinesas” é um regime de partido único que não permite imprensa livre, censura a internet, proíbe manifestações e prende adversários. De quebra, a onda de bonança econômica significou uma grande chance de corrupção para a burocracia local.

(revista Aventuras na História em 10/04/2011)

http://historia.abril.com.br/politica/conteudo_600976.shtml

Astronomia

Grandes momentos do sistema solar

Da Terra no centro ao rebaixamento de Plutão
por Felipe Van Deursen


Alguns corpos do sistema solar são conhecidos desde a Antiguidade, já que são visíveis a olho nu. Mas apenas há 500 anos o homem começou a entender o que realmente se passa no céu – inclusive a perceber que a Terra não era o centro do Universo. Veja aqui dez momentos da relação do homem com o sistema solar.

Séc. 2 a.C. - Geocentrismo

Ptolomeu, astrônomo de Alexandria, lança a teoria de que a Terra é o centro do Universo e os corpos celestes giram em torno dela. Além do Sol e da Lua, já eram conhecidos Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno – todos vistos a olho nu. Por conta da cor, Marte recebeu dos romanos o nome do deus da guerra. Na Ásia, era a “Estrela de Fogo”. No Egito, “O Vermelho”.

Séc. 16 - Heliocentrismo

O polonês Nicolau Copérnico virou o mundo do avesso ao elaborar, a partir de 1514, uma teoria que corrigia as idéias de Ptolomeu (e também do filósofo Aristóteles). A Terra não é o centro do Universo: é apenas um planeta que gira em torno do Sol. Nascia a teoria heliocêntrica.

Séc. 17 - Inquisição

Em 1610, Galileu Galilei descobriu quatro satélites de Júpiter, entre eles Ganimedes (a maior lua do sistema solar). Ele tornou-se um defensor da teoria de Copérnico e acabou julgado pela Inquisição. Para não ser condenado, declarou que a teoria era apenas uma hipótese e deu um tempo nos estudos – só retomados sete anos mais tarde.

1781 - Novo planeta

No século anterior, Christian Huygens e Giovanni Domenico Cassini aumentaram de oito para 17 o número de corpos conhecidos. No século 18, William Herschel, astrônomo britânico, descobriu um novo planeta e batizou-o de Georgium Sidus, em homenagem a seu rei, Jorge III. Em 1850, ele ganhou o nome que tem hoje: Urano.

1846 - Briga por netuno

Galileu já tinha observado Netuno, mas pensou que era uma estrela. Entre 1821 e 1846, cientistas franceses e ingleses disputam a descoberta do planeta. Hoje tanto o francês Urbain le Verrier quanto o inglês John Adams levam o mérito. Ao longo do século 19, mais oito satélites e centenas de asteróides foram descobertos.

1930 - Nasce Plutão

Em fevereiro de 1930, um jovem astrônomo chamado Clyde Tombaugh conseguiu fotografar Plutão no observatório de Percival Lowell, nos Estados Unidos – astrônomo que tentou a vida toda localizar o planeta. Mais 12 corpos principais, além de milhares de cometas e asteróides, foram descobertos até o lançamento das sondas Voyager, na década de 1970.

1969 - Guerra até a Lua

Na corrida espacial entre americanos e soviéticos, estes saem na frente em 1957 com o lançamento do Sputnik, primeiro satélite artificial, e com o cosmonauta Yuri Gagarin, primeiro homem no espaço, em 1961. Oito anos depois, os americanos enviaram Neil Armstrong à Lua.

1977 - As viajantes

Júpiter, Saturno, Urano e Netuno estavam em um raro alinhamento na década de 1970. A Nasa, agência espacial americana, aproveitou a oportunidade única e lançou a Voyager I, em 1977, e a II, em 1978. As missões, desde então, descobriram, entre outras coisas, que Júpiter também tem anéis e que o dia e o ano em Urano duram a mesma coisa (84 anos terrestres).

1998 - Vida lá fora?

A Nasa anuncia a possibilidade de haver um oceano salgado congelado debaixo da superfície de Europa, um dos satélites de Júpiter – o que pode indicar haver formas de vida. Em 2005, a sonda Mars Express, da Agência Espacial Européia (ESA), descobriu o primeiro lago gelado no planeta vermelho – isso reacendeu a discussão sobre vida.

2006 - Rebaixamento

Em 2003, um corpo maior que Plutão, Xena, foi descoberto no Cinturão de Kuiper (área a partir de Netuno) e suscitou uma discussão que só acabou em agosto. Foi quando se decidiu que Plutão é um planeta-anão – um corpo pequeno com órbita congestionada.

(retirado da revista Aventura na História em 09/04/2011)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Visitar muitos museus por todo o Brasil e pelo mundo já é uma realidade.

Visitar muitos museus por todo o Brasil e pelo mundo já é uma realidade.

Museu Nacional do Mar – São Francisco em Santa Catarina.
http://www.museunacionaldomar.com.br/museu/index.htm

Museu de Artes e Ofícios do Brasil
http://www.mao.org.br/port/gfotos.asp

Museu do Oratório
http://www.museudooratorio.com.br/port/colecao_
http://www.museuvirtualbrasil.com.br/

MUSEU DE MINERAIS E ROCHAS "HEINZ EBERT"
http://www.rc.unesp.br/museudpm/entrar.html
http://www.ametistaparque.com.br/visitavirtual/galerias/myalbum.html

MUSEU MUNICIPAL DE HISTÓRIA NATURAL DE PONTA GROSSA
http://acd.ufrj.br/geologia/sbp/hnpg.htm

Museu de Roma
http://mv.vatican.va/3_EN/pages/MV_Musei.html

Metropolitan Museum of Art - Nova York
http://www.metmuseum.org/home.asp

sábado, 27 de março de 2010

Hora do planeta


Hoje 27 de março, das 20h30 às 21h30, milhares de casas em todo o mundo ficarão às escuras - voluntariamente - por 60 minutos. O movimento Hora do Planeta, promovido pelo WWF - Worldwide Fund for Nature -, ONG ambientalista de relevância mundial, convida governos, empresas e civis a protestarem contra os efeitos das mudanças climáticas na Terra. Para ajudar a campanha basta apagar as luzes da sua casa durante uma hora.
O Brasil participa pela segunda vez do ato simbólico e, este ano, a cidade do Rio de Janeiro foi eleita a sede do movimento.
"A Hora do Planeta é um gesto de engajamento, no qual cada um deve fazer a sua parte para um futuro melhor. Será uma demonstração da nossa paixão pelas pessoas, pela solução, pela conservação do planeta e, principalmente, pela vida", afirma o presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil, Álvaro de Souza.

terça-feira, 23 de março de 2010

Dívida Externa verdades

http://www.averdade.org.br/modules/news/article.php?storyid=172
A VERDADE: Então não é verdade que a dívida externa brasileira acabou?

Maria Lúcia Fattorelli: Não. A dívida externa brasileira alcançou US$ 265 bilhões
em dezembro de 2008. O que o governo anunciou em fevereiro de 2008 foi
que os ativos do país no exterior, constituídos fundamentalmente pelas
reservas internacionais, superariam a dívida externa pública e privada.
Ou seja: a dívida não acabou, apenas teria sido superada pela
quantidade de moeda estrangeira detida pelo país.

É necessário esclarecer o que está por trás desse acúmulo desenfreado
de reservas cambiais: uma verdadeira farra dos especuladores nacionais
e estrangeiros, que trazem seus dólares em massa ao Brasil para comprar
títulos da dívida "interna", em busca dos juros mais altos do mundo. O
resultado disso é a explosão da dívida interna, que atingiu R$ 1,6
trilhão em dezembro de 2008, tendo crescido 60% em apenas três anos! Ou
seja, a chamada dívida “interna” está em grande parte nas mãos de
estrangeiros. Em 2008, o governo federal gastou R$ 282 bilhões com
juros e amortizações da dívida interna e externa (sem contar o
refinanciamento, ou seja, a chamada "rolagem" da dívida, que
corresponde ao pagamento da dívida mediante a emissão de novos
títulos), enquanto gastou cifras bem menores com o atendimento das
necessidades do povo brasileiro: R$ 44,5 bilhões com a saúde, R$ 23,7
bilhões com a educação e R$ 2,5 bilhões com a reforma agrária. E o mais
grave é que nem sequer se sabe que dívida é essa que está sendo paga,
pois a auditoria prevista na Constituição Federal de 1988 nunca foi
realizada.

Dívida pública é a dívida contraída pelo governo com entidades ou pessoas da
sociedade para:
• financiar parte de seus gastos que não são cobertos com a arrecadação de
impostos; ou
• alcançar alguns objetivos de gestão econômica, tais como controlar o nível
de atividade, o crédito e o consumo ou, ainda, para captar dólares no
exterior.
A dívida pública se subdivide em dívida interna e dívida externa. Os principais
credores do setor público são, normalmente, bancos públicos e privados que operam no
país, investidores privados, instituições financeiras internacionais e governos de outros
países.
O governo tem três formas de financiar seus gastos: arrecadar impostos, emitir
moeda ou vender títulos (papéis) da dívida pública com promessa de resgate futuro
acrescido de juros. Muitos governos se utilizam, ainda, do expediente de atrasar o
pagamento de dívidas com fornecedores e de negociar seu pagamento com deságio
(desconto sobre o valor da dívida).
A emissão de moeda é uma forma utilizada freqüentemente pelos governos para
financiar parte de seus gastos. Mas deve ser usada com cautela, uma vez que pode se
transformar em inflação, caso a economia esteja operando próxima ao pleno emprego
dos fatores de produção e se essa emissão de moeda não guardar alguma relação com o
crescimento da oferta de bens e serviços (por meio de utilização de capacidade ociosa,
novos investimentos, importação).

No caso da dívida externa, um parâmetro importante consiste na relação
dívida/exportações, uma vez que essa dívida tem que ser paga em moeda estrangeira,
que o país obtém através de saldos comerciais com o exterior ou através de novos
empréstimos em moeda forte. Dada a redução do valor da dívida externa e o
crescimento expressivo das exportações brasileiras nos últimos anos, a relação dívida
externa sobre exportações caiu acentuadamente, de 3,9 para 1,6, demonstrando que
aumentou a capacidade de o país saldar sua dívida externa.