"a educação ambiental assume cada vez mais a função política e transformadora, na qual a participação e a co-responsabilização dos indivíduos tornam-se alvos centrais para fomentar um novo tipo de racionalidade e um novo modelo de desenvolvimento" ANGÉLICA GÓIS MORALES

Professora Karyne Ap. Mioduski Rodrigues - karynepg@gmail.com





segunda-feira, 4 de junho de 2018

Atividade de Resgate do documentário Lixo Extraordinário - 1º anos


Nome:                                                                                                      Turma: ____ Data: __/__


O documentário Lixo Extraordinário acompanha durante dois anos o desdobramento do trabalho do artista plástico Vik Muniz no maior aterro sanitário do mundo, no Jardim Gramacho, município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro. A proposta inicial do artista era produzir retratos dos catadores que trabalham no aterro, mas acaba ganhando outra dimensão devido à maneira profunda e sensível com que Vik Muniz se relaciona com seus retratados.
Lixo Extraordinário é um filme que mostra o estatuto da arte e a questão do lixo na sociedade contemporânea, o árduo trabalho realizado pelos catadores e a possibilidade de transformação que a mudança da percepção artística pode proporcionar. Levando-se em conta tais aspectos, recomenda-se a participação de diferentes disciplinas.
O documentário conseguiu a proeza de ser indicado ao Oscar de melhor documentário em 2011. Infelizmente perdeu para o documentário “”Trabalho Interno” de Charles Ferguson e Audrey Marrs que retrata os bastidores da crise econômica que explodiu no fim de 2008 nos Estados Unidos.

Curiosidades
    Vik Muniz, paulista que vive em Nova York, é um dos artistas contemporâneos mais caros do momento.
    O filme ganhou alguns dos mais importantes festivais do mundo, entre eles o Sundance, onde recebeu o Prêmio do Júri Popular como Melhor Documentário Internacional. Na mostra Panorama do Festival de Berlim recebeu a mesma premiação.
    Em 2011, o filme também concorreu ao Oscar de melhor documentário.
    Sebastião Carlos dos Santos, o Tião, fundador e presidente da Associação de Catadores de Material Reciclável do Jardim Gramacho, esteve presente tanto no Festival de Berlim quanto no Oscar. Na Alemanha foi ovacionado pela exigente plateia do festival.
    O aterro do Gramacho também foi cenário para outro documentário brasileiro, Estamira, de 2004.
    O diretor Fernando Meireles foi um dos produtores executivos do filme.


Atividade:
Você poderá fazer em equipe ou individual, depois de assistir ao documentário e ler essas informações extras, deverão organizar com sua equipe/individual uma coleta de lixo reciclável (limpos); em outro momento deverão pensar/ pesquisar/criar uma Logomarca para o Colégio (que desperte atenção para a questão de redução de lixo); por fim deverão montar essa logomarca no chão e fotografar a distância (de certa altura) como o artista Vik Muniz fez com o lixo retirado pelos catadores do aterro do Gramacho.
Critérios:
-Logomarca com as inicias do colégio, e uma frase sobre a questão de conscientização/sensibilização sobre a produção/redução do lixo.
- todos participarem, utilizar lixo reciclável apenas.
- Apresentar uma foto da logomarca (com certa distância) ou apresentar a logomarca.
OBS: poderão colar esse material em um cartaz, tecido ou EVA (poderá ser exposto esse trabalho no colégio).

Atividade de Resgate do Livro 1889 – Laurentino Gomes - 2º anos


Atividade de Resgate do Livro 1889 – Laurentino Gomes  - 2º anos
Nome: ______________________________________nº _________ Turma: ____ Data: __/__
Professora: ______________________ Disciplina: _____________

1)      Breve descrição sobre o autor Laurentino Gomes:
2)      Na capa do livro, a frase: “como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da monarquia e a Proclamação da República no Brasil”. Descreva o papel de cada um desses personagens reais na história da brasileira:
3)      Como o autor descreve o reinado de D.Pedro II?
4)      O que favoreceu no Segundo Reinado o amadurecimento dos ideais republicanos que acabariam por derrubar a monarquia brasileira?
5)      Por que a Princesa Isabel, que seria sucessora de D. Pedro, sofria forte rejeição por parte da população?
6)      Se o Império já estava deteriorado, os republicanos também sofriam com problemas na liderança. Por que o marechal Deodoro da Fonseca, comandante do Exército no levante militar, relutou um tempo antes de proclamar a República no país?
7)      Qual é a sua opinião sobre essa frase do autor "Por que história se tornou um tema popular nos últimos anos? Existem várias respostas possíveis, mas uma delas é seguramente que os brasileiros estão olhando o passado em busca de explicações para o país de hoje".
8)      Em 1888 com a assinatura da Lei Áurea pela princesa Isabel, que abolia a escravidão no país. Qual foi a posição e defesa dos barões do café do Vale do Paraíba?
9)      Por que o autor descreve que, 15 de novembro foi um golpe militar?
_____________________________________________________________________________
10)   Pesquisa de opinião e autoavaliação:  Turma: ________  Data: ___/___/___
a)       Você acha importante aliar a leitura de um livro com os conteúdos de sala de aula?
(    ) sim   (    ) não       (    ) talvez
b)       Você não lê mais por quê? (mais de uma alternativa)
(   ) poucos livros na biblioteca     (    ) preços elevado dos livros      (    ) não tenho acesso aos livros digitais
(   ) não gosto de ler         (   ) tenho pouco incentivo para leitura        (    ) não sou cobrado a fazer leitura
c)     Você considera importante essa atividade de leitura realizada na disciplina de geografia?
 (    ) sim   (    ) não       (    ) talvez
d)     Você gostaria de ver mais desta prática (Literatura e Geografia) em outros anos no colégio?
(    ) sim   (    ) não       (    ) talvez

domingo, 13 de maio de 2018

1º ano Ensino Médio Tectônica de Placas

Fonte:  https://pleno.news/mundo/a-africa-se-dividira-saiba-o-que-causa-da-fenda-no-quenia.html#!

A África se dividirá? Saiba o que causa a fenda no Quênia

Uma imensa rachadura de milhares de quilômetros deve 
separar o continente
 
Uma imensa rachadura no solo do Quênia, na África, tem acendido um alerta nos geólogos nas duas últimas semanas. O Vale da Grande Fenda, no oeste do país, expandiu consideravelmente desde o dia 19.
A rachadura se estendeu por 3 mil quilômetros e praticamente “engoliu” uma estrada próxima ao vilarejo de Mai Mahiu. Segundo projeções da Universidade de Londres, no Reino Unido, a fenda pode sim dividir o continente em duas partes e separar o Chifre da África.
A Nasa fez uma projeção de como a África ficaria se a rachadura continuar se expandindo.
A Nasa projetou a separação do Chifre da África Foto: Nasa
Mas o que causa esta divisão? De acordo com um documento publicado pela pesquisadora Lucia Perez Dias, da Universidade de Londres, a fenda é uma consequência do movimento de placas tectônicas.
– As fendas são o estágio inicial da ruptura continental que, caso seja bem sucedida, formará um novo oceano. O sistema da Fenda Africana Oriental é um exemplo de onde isso está acontecendo agora – diz o documento.
No dia 19, uma tempestade unida a uma série de tremores de terra fez com que o Vale adentrasse ainda mais no solo. O movimento das placas também faz com que o magma (lava que está no subsolo da crosta terrestre) suba e enfraqueça ainda mais a terra.
A largura da rachadura subiu para 15 metros e a profundidade é de A fenda vai do Golfo de Áden até o Zimbábue.
Responder no Caderno
1) Qual é ação geológica que está ocorrendo no continente Africano?
2) Essa ação geológica ocorre apenas no continente Africano?
3) Qual é a região africana que vai se desconectar da grande massa continental Africana?

segunda-feira, 7 de maio de 2018

ENEM 2018

Começou hoje (7), às 10h, o período de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O prazo vai até 18 de maio.

Mesmo os candidatos que pediram isenção da taxa de inscrição do Enem devem fazer a inscrição. O pagamento da taxa de inscrição para quem não conseguiu a isenção, no valor de R$ 82, pode ser feito até 23 de maio nas agências bancárias, casas lotéricas e agências dos Correios.

Para fazer a inscrição, o participante deverá apresentar o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física) e do documento de identidade e criar uma senha.

Mais informações

Na hora da inscrição, o candidato deverá informar um endereço de e-mail válido e um número de telefone fixo ou celular, que serão usados para enviar informações sobre o exame.

Também deve ser indicado o município onde o candidato quer realizar o exame e a língua na qual quer fazer a prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol).

O candidato que necessitar de atendimento especializado ou específico deve fazer essa solicitação no ato da inscrição. Os candidatos travestis ou transexuais que desejarem também poderão pedir atendimento pelo nome social.

As provas do Enem deste ano serão realizadas em dois domingos, nos dias 4 e 11 de novembro.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

O outro lado dos problemas

Os problemas e desafios do Brasil passam por duas pontas

"Há quase um ano, a população do Distrito Federal sofre racionamento de água potável. A inauguração de um novo reservatório passa agora a sensação de fornecimento abundante pelos próximos 30 anos. Mas as mudanças climáticas podem deixar o novo açude vazio por falta de chuva; a falta de saneamento pode contaminar a água; e o aumento do consumo per capita, aliado ao aumento da população, pode provocar escassez, mesmo com maior oferta. A perenidade na disponibilidade depende também da educação do consumidor, para que ele entenda a dimensão planetária da crise hídrica e pratique um padrão austero de consumo. O problema da água tem duas pontas: hídrica e educacional."

"Hoje temos o 8º PIB do mundo, mas por falta de educação a produtividade é baixa e estamos no 81.º lugar na renda per capita e temos a 10ª. pior concentração de renda"

"Há 30 anos Darcy Ribeiro dizia: “ou fazemos escolas hoje ou teremos de fazer cadeias amanhã”. Só por meio da educação para todos será possível oferecer a mesma oportunidade a cada brasileiro, sem necessidade de artifícios de sobrevivência fora da lei. A corrupção, que é praticada por doutores instruídos, precisa ser combatida com o fim do foro privilegiado e da impunidade para eleitos, mas o mundo mostra que a corrupção cai substancialmente nos países onde todos os eleitores têm acesso à boa educação." 

reportagem completa :http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/o-outro-lado-dos-problemas-10gpo3nq80bwoo4cm8svw80qi 

Questões para pensar:

 O que falta para unir as duas pontas desse problema no Brasil?

Qual é o meu papel como cidadão para melhorar essa ligação (educação e produção)?

 

Brasil usará dinheiro do trabalhador para cobrir calote da Venezuela

Dinheiro do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) será usado para cobrir o calote dos governos da Venezuela e Moçambique junto ao BNDES. Ministro comemorou o que chamou de ‘vitória’ do governo

"O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, comemorou nesta quinta-feira (3) a “vitória” obtida pelo governo na quarta (2), quando o Congresso Nacional aprovou a abertura de um crédito de R$ 1,164 bilhão para cobrir o calote dos governos da Venezuela e de Moçambique junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e ao Credit Suisse." 

"a Força Sindical considerou “absurda” a aprovação do uso de dinheiro do FAT para cobrir o calote e exigiu que o presidente Michel Temer vete a medida. “Este dinheiro, oriundo do conjunto dos trabalhadores brasileiros, será retirado do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), no programa seguro-desemprego. É preciso sensibilidade social por parte do atual ocupante do Palácio do Planalto no sentido de vetar esta matéria perversa”, afirmou a Força."

Reportagem completa "http://www.gazetadopovo.com.br/politica/republica/brasil-usara-dinheiro-do-trabalhador-para-cobrir-calote-da-venezuela-9eihiv9akld8hauga0y5rjut6"

Questões para refletir o seu papel como cidadão e estar preparado para o Vestibular: 

O que significa para o Brasil o BNDES?

Qual é o papel econômico e político do BNDES?

terça-feira, 3 de abril de 2018

Atividade Filme 2º ano Ensino Medio

M O D E L O



Atividade de Resgate do filme Xingu
Professora Karyne Ap. M. Rodrigues – Geografia – 2018.
Aluno: __________________________________nº ____ Turma: ________ Data: __/__

O filme “Xingú”, dirigido por Cao Hamburger, tem como objetivo demonstrar o processo de criação do Parque Nacional do Xingú, dando ênfase na história dos irmãos Villas-Boas e no processo de aproximação aos índios, além dos entraves políticos e sociais do mesmo.
            Durante o Estado Novo, Getúlio Vargas visando propiciar a integração nacional, deu início a chamada Marcha para Oeste. De acordo com o filme, tal Marcha tinha como objetivo penetrar o Brasil central, até então desconhecido, com a finalidade de abrir campos de pousos, fazer reconhecimento do ambiente e tomar posse da região. De acordo com a autora Vânia Moreira, “a Marcha para Oeste pode ser definida como uma política de colonização do meio-oeste, então considerado um dos ‘vazios demográficos’ do território nacional.”[1] Ainda segundo a autora, os objetivos da Marcha para Oeste eram claros:

combater a formação de latifúndios nas fronteiras agrícolas, ampliar e integração física e econômica da nação e transformar as condições de vida e de trabalho da população pobre do campo, tornando-os pequenos produtores e proprietários rurais com capacidade de consumo de bens industriais.[2]

                Durante a Marcha, os seus integrantes, vulgos “peões”, encontraram várias tribos indígenas no território que, para o governo, deveria estar desocupado. Podemos perceber no filme, como essa relação entre os indígenas e os peões, a princípio, foi conflituosa. Para os índios, os brancos eram invasores de seus territórios, enquanto para os brancos, os índios eram selvagens. Com o tempo, foi ocorrendo a aproximação entre ambos os grupos, muito devido aos irmãos Villas-Boas. O contato inicial com as tribos, na maioria das vezes era feita via entrega de presentes, miçangas e utensílios, onde os integrantes da expedição demonstravam suas boas intenções na aproximação aos indígenas. Algumas tribos tinham maior abertura para o contato, visto que muitas já haviam sido contactadas anteriormente, enquanto outras tinham maior dificuldade nesse processo de início de relação. Essas últimas, vistas como tribos hostis e violentas, em sua maioria já haviam tido contatos ruins com os brancos no passado. Garfield Seth nos diz que, no caso dos Xavantes, eles “tinham dolorosas recordações da dominação branca.”[3] O contato com os Xavantes foi o mais complicado, dependendo da ajuda de outras tribos indígenas para ser efetivado, e com saldo de uma equipe do SPI morta.
            O Estado Novo via no indígena a gênese do brasileiro e da nação. Nesse período há a exaltação dos índios, colocados em pedestais pelo regime. Havia todo um discurso de nacionalização dos índios[4], de proteção aos indígenas por meio de tutela do Estado, de modo a organizá-los e civilizá-los. Souza Lima nos diz que

Pela Lei nº 5484/1928, primeira a regular a situação jurídica dos nativos sob o regime republicano, a tutela seria do Estado nacional brasileiro sobre os povos indígenas [...] (grifos no original)[5]

Os índios, além disso tudo, eram vistos como protetores das fronteiras, demarcadores do território nacional. Havia toda uma propaganda por parte do DIP, demonstrando o caráter nacional do indígena e valorizando-o como ser integrante da nação. Garfield Seth nos diz que

Um cinegrafista do DIP acompanhou Vargas [em sua visita a aldeia dos índios Karajá], filmando imagens que o regime autoritário nacionalista procurou tornar relíquias: índios vigorosos, emblemáticos da força inata dos nativos brasileiros; o “tradicionalismo” das comunidades indígenas; a camaradagem entre índios e brancos; a bonomia do presidente, epítome do homem cordial brasileiro; o longo braço do Estado estendendo-se ao sertão para dar lhe assistência.[6]

Vários fatores fizeram com que os indígenas entrassem em cena na política nacional: o esforço do Estado Novo para consolidação do poder e redefinição do território nacional, as preocupações das elites quando as origens da nação, além da composição social da época[7], fazendo com que o Estado Novo buscasse nos índios a identidade e a essência nacional.
Um ponto importante no filme, é a demonstração das diferentes tribos indígenas, com costumes, culturas, crenças e valores distintos. Os irmãos Villas-Boas lutavam pela preservação dos mesmos. Porém, era tendência do Estado, tanto que os propagandistas do Estado Novo não faziam distinções entre as diversas tribos, e, até hoje, há a generalização de todas essas tribos quanto uma única classe de índios. Gersem Baniwa, diz que a diversidade é tamanha que há diferença até entre tribos do mesmo gênero, por exemplo, a Guarani, que existe em três países diferentes.[8]

O SPI foi criado com a função de proteger os indígenas e propiciar o contato e a civilização dos mesmos, transformando-os em trabalhadores nacionais[9], tanto que seu nome original era Serviço de Proteção aos Índios e Localização de Trabalhadores Nacionais.[10] Souza Lima critica o seu modo operandi dizendo que o SPI ao invés de proteger, explorou os indígenas, e foi alvo de bastante corrupção, tendo que ter suas atividades encerradas em 1967, sendo substituído pela FUNAI.

O território indígena sempre foi alvo de cobiça. Com a Marcha para o Oeste, boa parte dos ruralistas tentavam tomar as terras dos índios para transformá-las em latifúndio. Há uma passagem no filme em que uma tribo é massacrada com esse intuito. O filme demonstra bem o problema político gerado ao não considerar os índios como cidadãos, pois governadores davam a concessão de terras indígenas para proprietários rurais e latifundiários como se as mesmas não fossem ocupadas. José de Souza Martins nos diz que Vargas não quis ou não pode enfrentar os grandes proprietários de terras, criando em seu governo a política de não-contrariamento aos proprietários rurais[11], política essa que vigora até hoje em dia nos governos federais.

Nesse contexto surge a luta pela criação de um território onde os indígenas pudessem viver em paz, sem sofrer ameaças por parte dos homens brancos. Outro fator que fez emergir essa necessidade foi a criação de Brasília por Juscelino, e seu plano de Metas no qual pretendia cortar o país com estradas.[12] Depois de muita luta por parte dos irmãos Villas-Boas, foi criado o Parque Nacional do Xingú, local onde várias tribos indígenas poderiam conviver sem se preocupar.

                O parque sofreu resistência, de acordo com o filme, de ruralistas, políticos, e de alguns índios, que não queriam sair de seus territórios, onde seus ancestrais viveram, e ir para o Xingú. Há um momento crítico no filme, quando da criação da Transamazônica, estrada que passaria dentro de uma tribo indígena não-contactada, o que fez com que vários embates políticos fossem travados sobre a questão.

O Parque do Xingú sofre hoje em dia com a pressão da bancada ruralista e dos latifundiários que desejam a abertura de suas terras para o plantio e o sufocam invadindo suas fronteiras.

ESTE TEXTO FOI RETIRADO E MODIFICADO DO SITE  CRITICAS DE FILMES. APENAS UTILIZAR COMO EXEMPLO QUANDO PRODUZIR O SEU PRÓPRIO RELATÓRIO.